segunda-feira, outubro 18, 2021
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A crónica do V. Guimarães-Benfica, 1-3: meio jogo de luxo da águia imperial

Até ao intervalo o líder foi esmagador. Depois disso controlou, não correu riscos, mas perdeu brilho

Uma primeira parte de luxo, com 45 minutos de um futebol intenso, inspirado e arrasador, lançou o Benfica para uma vitória que, sendo indiscutível, conheceu até final episódios que relativizam a sua expressão. Os encarnados foram melhores, assinaram meia parte de um brilhantismo conceptual e de uma riqueza de soluções técnicas e táticas absolutamente deslumbrantes, mas viram o V. Guimarães encurtar distâncias na segunda metade do jogo. O que deixou no espírito dos espectadores a imagem de que, afinal, a superioridade encarnada foi mais discutida (e foi) e a vitória benfiquista chegou a ser posta em causa (o que nunca aconteceu).

Em 3x4x1x2 (Yaremchuk e Darwin lado a lado, com Rafa a ser o vértice do triângulo), a águia foi imperial no modo como se impôs em Guimarães. Uma equipa autoritária, que chegou, viu e disse logo ao que ia. Os encarnados mostraram uma posse segura, paciente, alimentada por movimentos ofensivos ameaçadores, que exigiram ao Vitória uma ocupação criteriosa do espaço, bem como corretas ações sobre a bola e o adversário. A equipa de Jorge Jesus prolongou no tempo esse futebol ofensivo, com mais ou menos perigo, com mais ou menos fraturas na muralha defensiva contrária, com mais ou menos situações de finalização.

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