quarta-feira, dezembro 1, 2021
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A nossa situação desportiva dificilmente seria melhor

Pinto da Costa aproveitou o editorial de Revista Dragões para destacar a campanha que a equipa do FC Porto está a realizar a nível interno e nas competições europeias e ainda de várias equipas das modalidades.

 

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«FC Porto chega a novembro, o quarto mês da temporada, numa situação desportiva que dificilmente poderia ser melhor: em todas as modalidades, é líder invicto do respetivo campeonato. No futebol, isso soma-se a uma campanha na Liga dos Campeões que está a decorrer à altura da história do clube, apesar do grau de dificuldade elevadíssimo do grupo, e que nos coloca, neste momento, em posição de qualificação para a fase seguinte. No andebol, também estamos a protagonizar uma excelente trajetória europeia, além de já termos vencido a Supertaça com vitórias sobre os dois rivais de Lisboa. No basquetebol, além dos triunfos internacionais, também já ganhámos dois clássicos. E no voleibol feminino, que também conquistou a Supertaça, em nove jornadas vencemos sempre por 3-0, incluindo-se na lista dos derrotados, igualmente neste caso, os dois clubes da capital. A equipa de basquetebol merece uma referência especial. Na verdade, teoricamente, até já perdeu um jogo, mas não foi em campo. Foi-nos aplicada uma pena de derrota por obviamente termos cumprido o que anunciámos há vários meses e não termos comparecido num jogo que seria dirigido por um dos árbitros que na temporada passada nos impediram de vencer o campeonato. Lá em baixo, no campo, e em igualdade de circunstâncias, já provámos que somos melhores. E é com essa superioridade desportiva que o Moncho López se prepara para realizar o 500.º jogo ao serviço do FC Porto, uma marca notável, não só na história do clube como no desporto em geral.»

 

 

 

O presidente do FC Porto também ficou satisfeito no recuo em torno do cartão de adepto: «No Parlamento vai decidir-se em breve o destino de uma das mais estapafúrdias medidas tomadas por governantes que já há muito tempo demonstraram que são inimigos dos clubes nacionais. O fim do cartão de adepto foi proposto pela Iniciativa Liberal e pelo Partido Comunista Português, um partido que, talvez por estar mais próximo do povo, compreendeu aquilo que todo o povo do futebol sente: em tempos difíceis como estes que atravessamos, do que o futebol precisa é de incentivos para que cada vez mais gente possa acorrer aos estádios, e não de entraves que não têm qualquer utilidade. Noutros países já se provou que instrumentos como este cartão de adepto não são eficazes no controlo da violência, e se pensarmos nos casos de problemas com adeptos que houve nas últimas décadas em Portugal também concluímos facilmente que não seria a existência de um documento destes que os poderia evitar. Só faz sentido continuar a existir cartão de adepto se o objetivo dos nossos políticos for tentar erradicar a violência através da erradicação do público das bancadas dos estádios. Se a ideia é essa, que a assumam. E que a submetam ao julgamento do povo a 30 de janeiro de 2022.»

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