segunda-feira, dezembro 6, 2021
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Sporting, Sl Benfica e FC Porto cada vez maiores

Aa três principais equipas portuguesas, as chamadas três grandes, estão cada vez mais fortes e mais equilibradas. Tendência que se vem acentuando neste século, mas, sobretudo, nos últimos dez anos. A luta pelo título está, pois, ao rubro quando se completou o primeiro terço do campeonato: um ponto de diferença entre os três primeiros. Parecido só recuando quase 30 anos, até à jornada 11 de 1993/1994: Benfica, 17; Sporting, 17; FC Porto, 17, a 2 pontos por vitória; ou Sporting, 25, Benfica, 24; FC Porto, 24, a 3 pontos

A diferença entre os três primeiros é quase inexistente, mas depois nada menos de oito pontos do terceiro para o quarto (Estoril), consequência óbvia do poderio atual de dragões, leões e águias. A qualidade do plantel do SC Braga, nos últimos anos, embora permitindo, algumas vezes, luta interessante pelo 3.º lugar, foi decrescendo, com a perda de jogadores de muito bom nível, como Palhinha, Paulinho, Fransérgio, Francisco Trincão, Dyego Sousa, Wilson Eduardo ou Ricardo Esgaio, por exemplo. Os bracarenses estão, agora, no 5.º lugar e a nove pontos (!) do 3.º, a sua mais dilatada diferença desde 1999/2000, época em que estava no penúltimo lugar e a nada menos de 14 pontos do 3.º classificado (Sporting).

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FC Porto, Sporting e Benfica somam 86 pontos à 11.ª jornada. Este total subiu sempre nos últimos quatro anos: 76 em 2018/2019, 78 em 2019/2020, 81 em 2020/2021 e 86 em 2021/2022. Mais fortes, em nada menos de 88 edições do Campeonato Nacional, só por uma ocasião. Em 1990/1991, há nada menos de 31 anos, os três grandes somavam, a três pontos por vitória, nada menos: Sporting, 33; FC Porto, 30; Benfica, 28. Mais quatro do que agora.

 

Também só em 1990/1991, quando os três grandes eram treinados por Marinho Peres (Sporting), Artur Jorge (FC Porto) e Sven-Goran Eriksson (Benfica), a diferença do terceiro para o quarto (Beira-Mar) foi superior: 10 pontos, a 3 por vitória. O trio de eternos candidatos ao título tinha plantéis bem extensos em qualidade. O Sporting possuía jogadores como Ivkovic, Carlos Xavier, Luisinho, Venâncio, Paulo Torres, Douglas, Oceano, Filipe, Litos, Careca, Balakov, Cadete ou Gomes, o FC Porto apresentava-se com Vítor Baía, Aloísio, Fernando Couto, Geraldão, João Pinto, André, Jaime Magalhães, Paille, Jorge Couto, Semedo, Domingos, Kostadinov ou Madjer e o Benfica tinha Silvino, Veloso, Ricardo Gomes, Rui Bento, Paulo Madeira, Schwarz, Paulo Sousa, Vítor Paneira, Thern, Rui Águas, Valdo, Isaías ou César Brito.

 

Trinta e um anos depois, os três grandes voltam a estar enormes. Mais fortes só em 1990/1991, época que terminou com o Benfica como campeão nacional, seguido por FC Porto e Sporting. Mas em que só houve equilíbrio entre os três primeiros até à jornada 16. Daí para a frente os leões foramSporting, Sl Benfica  e FC Porto cada vez maiores

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